Chega muito em breve às salas de cinema o filme "Pacific Rim" (pt_pt: Batalha do Pacífico, pt_br: Círculo de Fogo) que conta a história de como a humanidade se defende da extinção usando robôs gigantes contra monstros alienígenas.
O filme realizado por Guillermo del Touro teve um orçamento estimado de 180 milhões de dólares e vem repleto de cenas de ficção-cientifica de tirar o fôlego.
Conhecem aquele ditado popular "Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão"? E que tal conhecer um caso da vida real?
Bagulhinho, assim se chama o nosso azarado ladrão, roubou um carro e foi até a uma farmácia para levar todo o dinheiro da caixa. Quando voltou com o saco cheio de dinheiro apercebeu-se que lhe levaram o carro roubado e pior, um outro ladrão apareceu e levou o saco com o dinheiro.
Revoltado por não poder levar uma vida desonesta, foi até à polícia queixar-se da violência e de ter sido assaltado mas para seu azar, o dono da farmácia que ele assaltou estava lá e ele foi preso de imediato.
Que falta de respeito, ladrão roubando ladrão:
"A malandragem aí nem deixa a gente usufruir o que a gente ganha com o nosso suor." E esta foi a moral da história!
Há coisas que não lembra ao diabo mas lembra a uma freira.
Uma freira nos Estados Unidos da América, com a ajuda de mais 2 amigos invadiu um complexo nuclear militar para fazer um protesto.
Ela e os 2 amigos durante a noite cortaram a vedação, passaram pelas câmaras de vigilância e sensores de movimento, para pintar biberões com sangue (sim, sangue), cantar e colocar cartazes em forma de protesto ao armamento nuclear.
Ao fim de algumas horas, quando se deram conta que haviam intrusos a passear pelo local, os seguranças do complexo levaram-os à porta.
A situação causou bastante incómodo, porque em vez de uma freira e 2 amigos, podia ter sido um grupo de terroristas sedento pelo urânio enriquecido que se encontra armazenado no local.
A freira acabou por ser condenada por ter ameaçado a segurança nacional e por ter causado danos num valor superior a 8500 doláres. A defesa argumenta que a invasão foi simbólica e que o valor dos danos foi inflacionado propositadamente.
A empresa de segurança que guardava o local foi dispensada e funcionários de topo dos serviços de segurança.
A freira apenas sorriu e comentou que tem só pena de ter demorado 70 anos para o fazer.
Assista agora à reportagem de um noticiário sobre a invasão: